Após dez dias de investigação, a Delegacia Regional de Polícia Civil de Icó concluiu, ontem, o inquérito que apura irregularidades praticadas pelo professor Reginaldo Caetano de Souza, 32 anos. Segundo a Polícia, Souza coordenava nesta cidade a Faculdade Leonardo da Vinci, que oferecia, de forma irregular e ilegal, cursos de Pedagogia e Serviço Social. Cerca de 60 alunos foram vítimas da fraude. Ontem, ao meio-dia, o inspetor da Polícia Civil, Jéferson Tiago da Silva, protocolou o inquérito no Fórum de Justiça de Cedro. O professor Reginaldo de Souza, que foi preso em flagrante, permanece na cadeia local. O delegado Adriano Félix indiciou Souza pela prática de crimes de Estelionato, em caráter continuado e violação de direito autoral.
O advogado do acusado já entrou no Fórum de Cedro com pedido de relaxamento da prisão do professor, mas o juiz de Direito, Cristiano Leitão, aguardava o inquérito policial para decidir sobre o caso.
Outro caso de funcionamento de cursos de nível superior de modo irregular está sendo apurado pela Delegacia de Várzea Alegre. Foi aberto inquérito para investigar reclamações de alunos de um curso de Biologia. Há fortes indícios de irregularidades e os estudantes e professores estão sendo ouvidos.
Nos últimos anos, aumentou a oferta de cursos de nível superior em cidades do Interior do Ceará. Estudantes que concluíram o Ensino Médio veem a oportunidade de ingressarem numa Faculdade e fazem o curso, muitas vezes, sem questionar a qualidade do ensino e legalidade da instituição, podendo ser vítimas de golpes. Foi o que aconteceu com dezenas de alunos da Faculdade Leonardo da Vinci. A instituição funcionava há um ano e meio.
A Faculdade Leonardo da Vinci mantinha cursos de Pedagogia e Serviço Social. Funcionava na Escola de Ensino Fundamental Francisca de Jesus Cavalcante, antigo prédio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Apesar dos alunos pagarem as mensalidades ao próprio coordenador, e não em uma instituição bancária, contratos mal elaborados entre alunos e professores, houve demora em desconfiar que a instituição fosse apenas de fachada.
Reginaldo de Souza não esboçou reação quando foi preso em flagrante em casa, no Cedro. Policiais apreenderam também computador, recibos, material didático e contratos.
Cerca de 60 alunos frequentavam os dois cursos. Pagavam uma mensalidade no valor de R$ 200,00. Segundo a Polícia, alguns estudantes estavam se preparando para estagiar. "Alguns alunos desconfiaram e nos informaram sobre o funcionamento da Faculdade", contou o inspetor da Polícia Civil, Rogério Andrade. "Entramos em contato com a verdadeira Faculdade Leonardo da Vinci, em Santa Catarina, e descobrimos que aqui tudo era uma fraude".
A Polícia apurou ainda que o professor Reginaldo trabalhou como coordenador da Faculdade Kuriós de Maranguape, em Cedro. A função deu-lhe confiança. Segundo o inspetor Rogério Andrade, os alunos, vítimas do golpe, vão ingressar na Justiça com o objetivo de pedir indenização por danos morais e materiais. Na Secretaria de Educação informaram que só a secretária Perpétua Braga poderia falar sobre a cessão da escola pública municipal para o professor, mas ela estava ausente e não atendeu ontem o celular. O acesso ao prédio foi liberado na administração passada.
MAIS INFORMAÇÕES:
Delegacia Regional de Polícia Civil em Icó, (88) 3561. 5551
Fórum de Justiça de Cedro
(88) 3564. 0561
quarta-feira, 24 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Caso Isabella: defesa dispensa seis testemunhas


A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) divulgou nesta segunda-feira(22) o nome das testemunhas dispensadas pela defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar a menina Isabella Nardoni.
Das 17 pessoas arroladas, os advogados do casal desistiram de seis: Paulo Vasan, escrivão do 9º Distrito Policial (DP), no Carandiru; Luiz Alberto Spinola de Castro, investigador de polícia do 9º DP; Claudio Colomino Mercado, agente policial do 9º DP; Adriana Mendes da Costa Porusselli, escrivã do 9º DP; Walmir Teodoro Mendes, investigador do 35º DP, no Jabaquara; e Geralda Afonso Fernandes, vizinha de frente do prédio onde morava o casal Nardoni. Já a acusação dispensou o testemunho da avó materna da vítima, Rosa Cunha de Oliveira.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Dia Internacional da Mulher
Até parece uma grande coisa, terem estabelecido uma data específica para as mulheres.
Na verdade, a mulher não precisa de um dia específico, de uma data pré-estabelecida, o seu dia, são todos os dias, pois estão vivas e são atuantes independentemente de dia, na verdade, nunca têm folga!
As mulheres, sempre foram discriminadas, sempre estiveram em segundo lugar na escala de valores, e tudo isso se deve a esse regime patriarcal e machista em que vivem. Mas apesar disso tudo, elas estão cada vez mais conquistando o seu espaço e o seu lugar na sociedade.
Já foi comprovado estatisticamente, que a mulher sofre discriminação em todas as áreas, principalmente na parte profissional, pois a mulher mesmo sendo muito competente, quando ocupa o mesmo cargo de um homem, o seu salário é bem menor. mas os homens não são os únicos culpados, pois essa discriminação existe por parte das próprias mulheres. Uma mulher, geralmente não confia em outra para exercer um cargo importante e de confiança.
Ser "feminista", não foi e nunca será a solução. A mulher não precisa se masculinizar para ser respeitada, achando que somente dessa forma ela poderá ser reconhecida e valorizada, pois mesmo sendo feminina, ou melhor, principalmente sendo feminina, ela pode mostrar o seu valor e a sua capacidade. A mulher sabe que dispõe de muitas "armas" em seu favor, pois mesmo mostrando "fragilidade", ela pode ser forte e decidida, e dessa forma, tirar da sua "sensibilidade" a força de que precisa.
Mesmo vivendo nessa dura realidade, ela não deve perder o seu romantismo. Deve saber transformar a rotina do seu dia-a-dia, numa sucessão de novidades e descobertas, nunca desistindo dos seus sonhos. Mesmo quando estiver fraca, deve se mostrar forte e lutar sempre pela sua independência. Deve de tudo tirar uma lição de otimismo, pois em cada erro que ela cometer, é um ganho de experiência, para se transformar numa tentativa de um futuro acerto, pois errando, se aprende também. Deve ser resistente nas intempéries da vida, pois ela própria é vida, tem vida e gera vida, sendo assim, sabe a noção exata do que significa a palavra "AMOR" e "AMAR".
A mulher, com o seu jeitinho, e a sua delicadeza, soube galgar e conquistar o seu degrau na escada da vida, que inclui o seu lado profissional, o seu lado familiar e o seu lado pessoal. Assim sendo, ela nunca deve tentar se impor pela força, querendo mostrar "igualdade" com os homens, pelo contrário, ela deve fazer questão de ser sempre o "sexo frágil" e ter consciência, que "fragilidade", não significa fraqueza. Essa "fragilidade" na verdade, significa "sensibilidade".
A mulher inteligente, deve fazer questão de ser tratada e considerada com um "vaso mais frágil", para ser tratada com respeito, com carinho, com amor, com cuidado,e é nesse momento que ela mostra a "força" que tem.
Ser forte, não significa gritar, para ser ouvida e para chamar, se isso pode ser feito com uma voz doce e carinhosa. Não precisa exigir para conseguir as coisas, se com um jeitinho especial pode pedir e ser atendida. Não precisa "medir forças", "enfrentar", pois a sua força está na persuasão. Não precisa se "armar" pensando que está numa guerra física, achando que é vergonhoso recuar, pensando que com essa atitude perdeu a batalha, porque às vezes para se ganhar uma guerra, é preciso recuar, se fortalecer para então avançar com mais força, mais segurança, mais convicção e então atingir o seu alvo e conseguir o seu objetivo e assim vencer.
Por isso tudo, viva a mulher, não somente no dia 8 de março (dia da mulher), não somente no segundo domingo do mês de maio (dia das mães), não somente no dia das avós (que é mãe e mulher duas vezes), Mas sim, viva a mulher, todos os dias, todas as horas, todos os minutos e todos os segundos, porque a "mulher" é sempre "mulher" todo o tempo.
Na verdade, a mulher não precisa de um dia específico, de uma data pré-estabelecida, o seu dia, são todos os dias, pois estão vivas e são atuantes independentemente de dia, na verdade, nunca têm folga!As mulheres, sempre foram discriminadas, sempre estiveram em segundo lugar na escala de valores, e tudo isso se deve a esse regime patriarcal e machista em que vivem. Mas apesar disso tudo, elas estão cada vez mais conquistando o seu espaço e o seu lugar na sociedade.
Já foi comprovado estatisticamente, que a mulher sofre discriminação em todas as áreas, principalmente na parte profissional, pois a mulher mesmo sendo muito competente, quando ocupa o mesmo cargo de um homem, o seu salário é bem menor. mas os homens não são os únicos culpados, pois essa discriminação existe por parte das próprias mulheres. Uma mulher, geralmente não confia em outra para exercer um cargo importante e de confiança.
Ser "feminista", não foi e nunca será a solução. A mulher não precisa se masculinizar para ser respeitada, achando que somente dessa forma ela poderá ser reconhecida e valorizada, pois mesmo sendo feminina, ou melhor, principalmente sendo feminina, ela pode mostrar o seu valor e a sua capacidade. A mulher sabe que dispõe de muitas "armas" em seu favor, pois mesmo mostrando "fragilidade", ela pode ser forte e decidida, e dessa forma, tirar da sua "sensibilidade" a força de que precisa.
Mesmo vivendo nessa dura realidade, ela não deve perder o seu romantismo. Deve saber transformar a rotina do seu dia-a-dia, numa sucessão de novidades e descobertas, nunca desistindo dos seus sonhos. Mesmo quando estiver fraca, deve se mostrar forte e lutar sempre pela sua independência. Deve de tudo tirar uma lição de otimismo, pois em cada erro que ela cometer, é um ganho de experiência, para se transformar numa tentativa de um futuro acerto, pois errando, se aprende também. Deve ser resistente nas intempéries da vida, pois ela própria é vida, tem vida e gera vida, sendo assim, sabe a noção exata do que significa a palavra "AMOR" e "AMAR".
A mulher, com o seu jeitinho, e a sua delicadeza, soube galgar e conquistar o seu degrau na escada da vida, que inclui o seu lado profissional, o seu lado familiar e o seu lado pessoal. Assim sendo, ela nunca deve tentar se impor pela força, querendo mostrar "igualdade" com os homens, pelo contrário, ela deve fazer questão de ser sempre o "sexo frágil" e ter consciência, que "fragilidade", não significa fraqueza. Essa "fragilidade" na verdade, significa "sensibilidade".
A mulher inteligente, deve fazer questão de ser tratada e considerada com um "vaso mais frágil", para ser tratada com respeito, com carinho, com amor, com cuidado,e é nesse momento que ela mostra a "força" que tem.
Ser forte, não significa gritar, para ser ouvida e para chamar, se isso pode ser feito com uma voz doce e carinhosa. Não precisa exigir para conseguir as coisas, se com um jeitinho especial pode pedir e ser atendida. Não precisa "medir forças", "enfrentar", pois a sua força está na persuasão. Não precisa se "armar" pensando que está numa guerra física, achando que é vergonhoso recuar, pensando que com essa atitude perdeu a batalha, porque às vezes para se ganhar uma guerra, é preciso recuar, se fortalecer para então avançar com mais força, mais segurança, mais convicção e então atingir o seu alvo e conseguir o seu objetivo e assim vencer.Por isso tudo, viva a mulher, não somente no dia 8 de março (dia da mulher), não somente no segundo domingo do mês de maio (dia das mães), não somente no dia das avós (que é mãe e mulher duas vezes), Mas sim, viva a mulher, todos os dias, todas as horas, todos os minutos e todos os segundos, porque a "mulher" é sempre "mulher" todo o tempo.
quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Sindicatos pressionam por redução da jornada
As centrais sindicais vão aproveitar o clima eleitoral para pressionar o Congresso a aprovar no primeiro semestre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais.
“Se for à votação este ano, a proposta será aprovada”, afirmou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique. “Temos de aproveitar o momento e tentar incluir o tema prioritário para votação ainda no primeiro semestre.
A mesma certeza tem o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. “Na votação, ficará claro quem é o parlamentar que defende o trabalhador. E isso conta bastante, porque daqui a alguns meses os parlamentares serão julgados nas urnas.”
Os sindicalistas atuam em duas frentes na batalha pela redução da jornada. Ao mesmo tempo em que pressionam os parlamentares, buscam abrir negociações com empresas e setores de atividade, tendo como instrumento de pressão a ameaça de greves.
A proposta de redução da jornada incendiou as discussões tanto entre empresários e centrais sindicais quanto entre os seus representantes no Congresso.
O presidente da CUT argumenta que a última vez que houve redução de jornada no País, de 48 para 44 horas, foi na Constituinte de 1988. Ele frisa que desde então a produtividade do trabalho na indústria de transformação saltou 84%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esses ganhos não foram repassados aos trabalhadores."
“É um discurso eleitoreiro e oportunista, já que em todos os países onde a jornada foi reduzida por lei ou negociação ninguém conseguiu provar que ela resultou em aumento do emprego”, rebate o professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP) Hélio Zylberstajn.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE), afirma: “A proposta é demagógica, porque não gera empregos como as centrais anunciam”.
“Se for à votação este ano, a proposta será aprovada”, afirmou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique. “Temos de aproveitar o momento e tentar incluir o tema prioritário para votação ainda no primeiro semestre.
A mesma certeza tem o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. “Na votação, ficará claro quem é o parlamentar que defende o trabalhador. E isso conta bastante, porque daqui a alguns meses os parlamentares serão julgados nas urnas.”
Os sindicalistas atuam em duas frentes na batalha pela redução da jornada. Ao mesmo tempo em que pressionam os parlamentares, buscam abrir negociações com empresas e setores de atividade, tendo como instrumento de pressão a ameaça de greves.
A proposta de redução da jornada incendiou as discussões tanto entre empresários e centrais sindicais quanto entre os seus representantes no Congresso.
O presidente da CUT argumenta que a última vez que houve redução de jornada no País, de 48 para 44 horas, foi na Constituinte de 1988. Ele frisa que desde então a produtividade do trabalho na indústria de transformação saltou 84%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esses ganhos não foram repassados aos trabalhadores."
“É um discurso eleitoreiro e oportunista, já que em todos os países onde a jornada foi reduzida por lei ou negociação ninguém conseguiu provar que ela resultou em aumento do emprego”, rebate o professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP) Hélio Zylberstajn.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE), afirma: “A proposta é demagógica, porque não gera empregos como as centrais anunciam”.
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