quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mobiliário escolar terá melhorias em 2011

Em audiência pública realizada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) nesta terça-feira, 26, em São Paulo, representantes da autarquia e da indústria de móveis debateram melhorias na produção de mesas e cadeiras ergonômicas para alunos e professores da rede pública de ensino.

Entre as mudanças propostas, destacam-se a eliminação de vãos nos assentos e novas medidas para o encosto das cadeiras. Também foram sugeridas a troca do sistema de fixação do tampo das mesas, que passará a ser preso com buchas, e redesenho da curvatura do anteparo do porta-livro. As alterações valerão a partir de 2011, quando será homologado o novo pregão eletrônico de registro de preços para aquisição do mobiliário escolar por estados e municípios.
“O processo de padronização do mobiliário escolar no Brasil é irreversível, o que só aumenta nossa responsabilidade em propor melhorias contínuas”, diz José Carlos Freitas, diretor de Administração e Tecnologia do FNDE. “A compra centralizada por meio da ata de registro de preços cria um parâmetro de eficiência para o mercado”.

Ergonomia – As especificações do mobiliário escolar decorrem de acordo entre a autarquia e a Fundação de Desenvolvimento da Educação (FDE), de São Paulo, que cedeu o projeto de móveis escolares baseado na regulamentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O mobiliário é composto pelo conjunto do aluno (carteira e cadeira), conjunto do professor (mesa e cadeira) e por mesa acessível para estudantes cadeirantes, todos concebidos ergonomicamente, para atender a educação básica. A carteira e a cadeira do aluno encontram-se disponíveis em três tamanhos, conforme a estatura do estudante.

Assessoria de Comunicação Social - FNDE

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Audiência pública discute mobiliário escolar

Discutir aperfeiçoamentos técnicos na produção de mesas e carteiras escolares para alunos e professores da rede pública de ensino para 2011 é o principal objetivo da audiência pública que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) realizará na próxima terça-feira, 26, em São Paulo.

Com um público estimado de cem representantes do setor produtivo, o encontro servirá de base para a elaboração do novo termo de referência do pregão eletrônico do programa coordenado pela autarquia, que oferece a estados e municípios uma ata anual de registro de preços para aquisição do mobiliário. Desde o ano passado, quando começou o programa, até hoje, já foram adquiridos mais de 800 mil conjuntos de móveis em todo o país, em um investimento de R$ 122,1 milhões.

“A licitação nacional organizada pelo FNDE garante inúmeras vantagens, como transparência no processo de compra, preços mais baixos em função do ganho de escala e padronização do produto entregue, graças à nossa parceria com o Inmetro”, afirma José Carlos Freitas, diretor de Administração e Tecnologia do FNDE.
Ergonomia – As especificações do mobiliário decorrem de acordo de cooperação técnica entre a autarquia e a Fundação de Desenvolvimento da Educação (FDE), de São Paulo, que cedeu o projeto de móveis escolares baseado na regulamentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O mobiliário é composto pelo conjunto do aluno (carteira e cadeira), conjunto do professor (mesa e cadeira) e por mesa acessível para estudantes cadeirantes, todos concebidos ergonomicamente, para atender a educação básica. A carteira e a cadeira do aluno encontram-se disponíveis em três tamanhos, conforme a estatura do estudante.

Serviço:
Audiência pública do mobiliário escolar
Dia 26 de outubro de 2010, das 9h às 17h
Auditório do Centro de Tecnologia de Produtos Florestais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT)
Cidade Universitária, Prédio 11, São Paulo/SP
Assessoria de Comunicação Social - FNDE

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Caminho da Escola


O programa Caminho da Escola foi criado em 2007 com o objetivo de renovar a frota de veículos escolares, garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar, ampliando, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência na escola dos estudantes matriculados na educação básica da zona rural das redes estaduais e municipais. O programa também visa à padronização dos veículos de transporte escolar, à redução dos preços dos veículos e ao aumento da transparência nessas aquisições.

Desde sua criação até fevereiro de 2010, o Caminho da Escola atendeu 2.697 municípios. No total, foram adquiridos 5.721 ônibus escolares.

O governo federal, por meio do FNDE e em parceria com o Inmetro, oferece um veículo com especificações exclusivas, próprias para o transporte de estudantes, e adequado às condições de trafegabilidade das vias (estradas e rios) da zona rural brasileira.


O programa consiste na aquisição, por meio de pregão eletrônico para registro de preços realizado pelo FNDE, de veículos padronizados para o transporte escolar. Existem três formas para estados e municípios participarem do Caminho da Escola: com recursos próprios, bastando aderir ao pregão; via convênio firmado com o FNDE; ou por meio de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que disponibiliza linha de crédito especial para a aquisição de ônibus zero quilômetro e de embarcações novas.
Em 2007, foi disponibilizado para o programa um orçamento de R$ 300 milhões. Em 2008, como a demanda apresentada foi grande, o governo federal ampliou para R$ 600 milhões o orçamento do programa. A concessão do financiamento é condicionada ao saldo disponível na linha de crédito para o Caminho da Escola, previamente aprovada pelo BNDES.

O FNDE realizou no final de 2007 o pregão eletrônico nº 53, na modalidade de registro de preços, para conseguir valores mais baratos dos veículos, em função do ganho de escala. Os Estados, Distrito Federal e prefeituras puderam aderir ao pregão e se beneficiar com os preços mais baixos conseguidos pelo FNDE e com a maior facilidade no processo de compra.

Em 2008, 1.143 municípios aderiram ao programa e efetuaram a compra de 2.401 ônibus escolares – 1.151 veículos por meio de financiamento do BNDES; 651 por meio de convênios com o FNDE; e 599 com recursos próprios dos municípios.
Em janeiro de 2009, um novo pregão foi realizado para determinar o preço dos veículos que foram adquiridos no ano passado. Os ônibus escolares modelo 2009 têm inovações: bloqueio de diferencial, chassi mais alto e rodas mais próximas da frente e da traseira do veículo, para melhorar a trafegabilidade e facilitar a saída de atoleiros. Também possuem equipamentos de acessibilidade, com uma cadeira de rodas especial que pode ser descida até o nível do solo para embarcar alunos com dificuldade de locomoção. Em função disso, a porta dos veículos é mais larga: o vão livre passou de 80 cm para 95 cm, a fim de facilitar o manuseio da cadeira.
Os ônibus também têm tacógrafo eletrônico e GPS, para garantir maior segurança para os estudantes e permitir o controle do trajeto, dos tempos de percurso e de paradas, e de consumo de combustível. A largura do corredor central diminuiu para aumentar a quantidade e o conforto dos assentos, além de evitar que os estudantes fiquem em pé nos veículos. Os veículos passaram a ter vidros temperados verdes, para garantir conforto térmico; parabarro na frente e atrás; e dispositivo passabalsa, que garante maior trafegabilidade em estradas sinuosas.

Vêm também com duas lixeiras, de nove litros de capacidade, na entrada e nos fundos. A prateleira embaixo dos bancos para transporte das mochilas dos estudantes foi substituída por uma rede acima e outra nas costas dos assentos, para acomodação do material escolar.

Em 2009, foram adquiridos 3.320 veículos – 2.031 por meio de convênios com o FNDE; 1.004 com recursos próprios dos municípios; e 285 por meio de financiamento do BNDES. A estimativa é de que 220 mil alunos sejam beneficiados diretamente quando todos os veículos forem entregues pelas montadoras aos 2009 municípios que aderiram ao programa no ano passado.

Em fevereiro de 2010, o FNDE lançou edital para a realização de um novo pregão para registro de preços, que prevê a compra de cinco mil ônibus neste exercício.

Além dos ônibus escolares, o governo está promovendo a construção de barcos escolares destinados exclusivamente ao transporte de estudantes.

Programas educacionais recebem R$ 53,8 milhões

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferiu, nesta semana, R$ 53.859.178,78 para diversas escolas beneficiadas pelo programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), para o programa Brasil Alfabetizado e para seis municípios cadastrados no Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Educação, Qualificação e Ação Comunitária (ProJovem Urbano), da Secretaria Nacional da Juventude da Presidência de República.

O valor referente ao PDDE foi de R$ 47.742.616,22, assim distribuídos: R$ 8.273.898,96 para os caixas escolares das escolas públicas do ensino básico; R$ 31.894.097,26 para as escolas que oferecem ensino integral; R$ 5.864.620,00 para as instituições que funcionam nos finais de semana; e R$ 1.710.000,00 para as escolas que executam o Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola).

Os 485 municípios que desenvolvem o programa Brasil Alfabetizado receberam R$ 3.964.690,64. Já para o ProJovem Urbano, o FNDE enviou R$ 2.151.871,92.

Confira em www.fnde.gov.br / Liberação de recursos o valor transferido para seu município ou escola.
Fonte: ASCOM-FNDE