Na última segunda-feira, dia 06, o SINDPROC esteve em audiência na Procuradoria do Município com o Sr.
Procurador Dr. Paulo Filho, a Sra. Secretária de Educação Sâmia Linhares e a
Secretária de Gestão, Maria José Cordeiro. Na ocasião, ficou acordado o envio,
para a Câmara Municipal, ainda esta semana, de projeto de lei reajustando o
piso dos professores. Quanto a correção do anexo II do PCCR, o Sr. Procurador informou
que está sendo avaliado, pelo setor de contabilidade, os impactos financeiros
da medida, mas que a administração reconhece o erro e tão logo seja concluído o
citado levantamento o SINDPROC será convocado
para uma audiência com a Sra. Prefeita a fim de se discutir a questão.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
A
LEI ELEITORAL NÃO PROÍBE REAJUSTE PARA SERVIDORES MUNICIPAIS POR
CONTA DAS ELEIÇÕES DE 2014 - POIS NÃO SÃO ELEIÇÕES NAS
CIRCUNSCRIÇÕES MUNICIPAIS - OS REAJUSTES - AUMENTOS OU VANTAGENS
PODEM SER DADAS EM QUALQUER MÊS - ATÉ DEZEMBRO DE 2014 - A TODOS
SERVIDORES DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL!
|
Charge pesquisada do Google e
alterada por Valdecy Alves
Charge assinada pelo autor acima |
Não
bastasse prefeitos violarem a lei do piso. Não bastasse violar 1/3
extraclasse. Não bastasse não criar planos de carreira para todos
os servidores como manda a Constituição. Não bastasse não darem
reajuste para os servidores com nível médio e superior. NÃO
BASTASSE RECEBER TANTO DINHEIRO DA UNIÃO COM REPASSES QUE SÓ
AUMENTAM! Não bastasse violar a liberdade de expressão, contratar
amigos e apaniguados sem limites; não bastasse violar a lei de
greve, perseguir sindicatos e sindicalistas e até atacar a
liberdade de expressão.... e etc etal....
Sem
falar que grande parte deles são investigados pela PROCAP -
Procuradoria dos Crimes Contra Administração Pública -
agora, muitos dos prefeitos do Brasil, entre eles, muitos prefeitos
do Ceará, estão propagando uma nova mentira, PARA VIOLAR DIREITOS
DOS SERVIDORES, com máscara de legalidade mas que é a mais imoral
de todas as ilegalidades, que faz de PINÓQUIO, diante deles, um
pobre mentiroso amador:
QUE
NÃO PODEM MAIS REAJUSTAR SALÁRIOS, DAR AUMENTOS REAIS OU CONCEDER
VANTAGENS AOS SERVIDORES MUNICIPAIS A PARTIR DE ABRIL DE 2014 -
PORQUE HAVERÁ ELEIÇÕES EM 2014 E É PROIBIDO DAR QUALQUER AUMENTO
OU REAJUSTE NO PERÍODO ELEITORAL!
A
Resolução do Tribunal Superior Eleitoral - TSE - proíbe tais
aumentos apenas na Circunscrição Estadual e Federal. Tudo em
conformidade com o artigo 73, da Lei Eleitoral, Lei Federal nº
9504/97. Acesse informações no site do TSE - Eleições
2014:
NESSE
CASO A RESTRIÇÃO ATINGE APENAS GOVERNADORES E A PRESIDENTE DILMA,
em relação a servidores estaduais e federais. POIS a resolução
está de acordo com o Código Eleitoral, sobretudo com o artigo 86:
Artigo
86. Nas eleições presidenciais, a circunscrição serão País;
nas eleições federais e estaduais, o Estado; e
nas municipais, o respectivo município.
Fonte: Blog do Valdecy Alves
MEC discute marco regulatório mais exigente para cursos de especialização
Mariana
Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio
Ribeiro
Abrir um curso de espelização, ou
MBA, pode ficar mais difícil para as instituições de ensino,
porque o Conselho Nacional de Educação (CNE) está preparando um
marco regulatório para os cursos lato sensu. O objetivo é
dar maior segurança para os estudantes e oferecer um mínimo de
qualidade.
Uma comissão trabalha há cerca de
oito meses no novo marco regulatório, que ainda passará por
audiência pública antes de ser aprovado pelo MEC. Entre as
mudanças, a especialização poderá ser oferecida por instituições
de esino superior e pós-graduação, instituições de pesquisa
científica e escolas de governo, desde que na mesma área em que as
instituições atuam.
"Essa forma de especialização
está fora da regulação. Para oferecer o curso, basta ser
credenciada para graduação. Isso acabou por provocar uma oferta
descontrolada de especialização no país. Tem instituições com um
curso de graduação e oferecem 30 especializações fora da área em
que atuam", explica o conselheiro da Câmara de Educação
Superior do CNE Erasto Fortes.
Além dessa mudança, no caso das
instituições de graduação, elas deverão ter uma nota igual ou
maior que 4 nas avaliações do MEC (cujas notas vão de 1 a 5) para
abrir uma especialização. Atualmente, é preciso ter uma avaliação
igual ou superior a 3. As instituições deverão ter cursos
reconhecidos e não apenas autorizados pela pasta. Para serem
reconhecidos precisam ter cerca de dois anos de funcionamento.
Também será desenvolvido
instrumento próprio de avaliação da especialização. Segundo
Fortes, esse instrumento deverá se basear nos instrumentos que já
existem.
A expectativa é que o marco entre
em vigor no ano que vem. Outra mudança na área, essa já
homologada, faltando apenas ser regulamentada pelo ministério, é a
criação de um cadastro nacional dos cursos de especialização. Os
cursos não registrados no MEC serão considerados cursos livres.
"Os cursos atuais terão que se enquadrar às
novas normas. Ou se enquadram, ou serão considerados cursos livres",
diz o conselheiro. Ele acrescenta que o objetivo é dar segurança
aos alunos. "Não se pode iludir a boa fé das pessoas que vão
procurar esses cursos".
Agência Brasil
Vai para a Câmara projeto que cria residência pedagógica
A Comissão de Educação, Cultura e
Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (8) projeto que cria a
residência pedagógica para professores da educação básica, nos
moldes da residência para a capacitação prática dos estudantes de
Medicina. Os estudantes deverão cumprir pelo menos 1.600 horas após
a formação inicial e terão direito a bolsa de estudo.
Apresentada pelo senador licenciado
Blairo Maggi (PR-MT), a proposta (PLS
284/2012) foi aprovada em decisão terminativa. Por isso, deverá
seguir agora diretamente para exame na Câmara dos Deputados, a menos
que haja recurso para decisão final no Plenário do Senado.
Uma emenda do relator, senador Cyro
Miranda (PSDB-GO), que preside a comissão, estendeu a
obrigatoriedade da residência a todo o conjunto de cursos de
formação de professores da educação básica, da creche ao ensino
médio. A emenda também estabeleceu o mínimo de 1.600 horas para a
residência, que exigirá dedicação integral (8 horas diárias)
pelo período de um ano, com 200 dias letivos.
O projeto original incluía na Lei
de Diretrizes e Bases da Educação a previsão da residência
pedagógica apenas para professores habilitados para ensinar na
educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, com
duração mínima de 800 horas. O texto inicial já previa a
concessão da bolsa de estudo, cujo valor deverá ser estipulado
pelas esferas de governo responsáveis pelos cursos, como explicou o
relator.
Para Cyro, a proposta de Blairo foi
"muito oportuna", diante das preocupações motivadas pela
deficiente formação dos professores, inclusive a de cunho prático.
Segundo ele, grande parte dos estudantes de Pedagogia termina seus
cursos sem o necessário preparo para enfrentar uma sala de aula. A
seu ver, as 1.600 horas de residência vão assegurar ao estudante
uma "experiência essencial", com a vantagem de já contar
com uma renda durante essa nova fase de aprendizagem.
- Não adianta o professor ir para a
sala de aula e não ter condições de formar bem os alunos –
argumentou.
Na avaliação do relator, o projeto
oferece resposta a uma parte dos problemas da educação no país.
Entre as medidas ainda necessárias, ele cita a formação continuada
e a melhoria dos ganhos dos professores.
Agência Senado
quarta-feira, 2 de abril de 2014
PNE SERÁ VOTADO HOJE
O relator do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) na Câmara,
deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), reforçou nesta terça-feira (1º) que
vai manter no seu parecer a destinação de 10% do Produto Interno Bruto
(PIB) exclusivamente para a educação pública. O texto irá à votação
nesta quarta, às 14h30, na comissão especial que analisa a proposta.
Vanhoni participou de um videochat promovido pela Câmara dos
Deputados sobre o tema. Segundo o deputado, o texto final deverá ser
examinado ainda este mês pelo Plenário da Casa e remetido à presidente
Dilma Rousseff para sanção em maio.
O projeto do PNE foi enviado pelo Executivo em dezembro de 2010. Foi
aprovado na Câmara em 2012, tramitou no ano seguinte Senado, onde sofreu
modificações, e agora retornou à Câmara, para análise final. Segundo
ele, os deputados deverão manter a destinação dos 10% do PIB para a
educação pública, rejeitando o texto aprovado pelos senadores, que
estabelece o investimento do mesmo percentual do PIB em educação, não
necessariamente pública, o que poderia beneficiar entidades
filantrópicas e assistenciais.
Escolaridade - Respondendo a perguntas de internautas que
participaram do videochat, o relator da proposta afirmou que o objetivo
do PNE é ampliar a escolaridade da população. Atualmente, segundo
Vanhoni, a escolaridade média do brasileiro é de 7,3 anos. Nos países
desenvolvidos, esse número chega a 13 anos. No caso do ensino superior, o
deputado afirmou que apenas 12% dos jovens chegam à universidade. Na
Argentina, esse número é três vezes maior.
"Entendemos que o Brasil precisa enfrentar o desafio para este
milênio de consolidar a educação e pesquisa como o principal vetor do
desenvolvimento econômico e social", disse o deputado. Segundo ele,
esses desafios exigem uma contrapartida nos recursos, principalmente
para a educação pública.
Vanhoni afirmou que o País investe hoje cerca de 6% do PIB em
educação. A meta de 10% incluída no seu parecer quase dobra o percentual
para a educação. "Consideramos que o Brasil tem uma dívida muito grande
com a educação. Temos perto de 11 milhões de crianças de 0 a 3 anos que
ainda estão fora a escola. No ensino médio, quase 1 milhão de jovens
estão fora. Isso tem custo", afirmou.
Desigualdades - Questionado por internautas, o deputado explicou que o
seu parecer vai manter a redação de um dispositivo que determina que a
superação das desigualdades educacionais dará ênfase à "promoção da
igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual". Este
dispositivo havia sido alterado quando o projeto tramitou no Senado. Um
internauta chegou a perguntar se ele iria manter a "ideologia de gênero"
no relatório.
O parlamentar defendeu a sua redação. Ele disse que o PNE deve
abordar a questão das desigualdades. "O plano deve ser o espaço ideal
para que a sociedade promova ações para diminuir as desigualdades, de
renda, culturais ou educacionais. E o nosso País tem uma sociedade
profundamente machista. A educação deve consolidar valores, valores de
igualdade, valores humanos", afirmou Vanhoni, destacando que o seu
parecer está em linha o que determina a Constituição.
O deputado disse ainda que uma das principais metas do PNE é
estimular a escola em tempo integral para a educação infantil. Esse foi
um ponto destacado pelo parlamentar no videochat. Segundo ele, a meta é
incorporar 1 milhão de crianças a cada ano na educação integral.
(Agência Câmara Notícias)
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