quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Professores...

Parabéns Professores (as) de nosso país, estado e de nossa Coreaú, principalmente pelo empenho e dedicação. Pois mesmo diante de tantas dificuldades vivenciadas no dia a dia em nossas vidas, ainda temos tempo e dedicação ao bem comum, facilitando o conhecimento para nossas futuras gerações.

São nossas homenagens em nome do SINDPROC/FETAMCE/CUT/CONFETAM.


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Berta Lange de Morretes: “O prazer de ensinar e ajudar pessoas em busca de conhecimento está em primeiro lugar”



Professora da Universidade de São Paulo (USP) por mais de 70 anos (1941 a 2013), Berta Lange de Morretes, 97 anos, revela que o interesse pelo magistério surgiu quando ainda era estudante do antigo curso ginasial. Exemplo de dedicação e amor ao trabalho realizado, ela continuou atuante na universidade mesmo depois de aposentada. E justifica a motivação: “Em primeiro lugar está o prazer de ensinar e poder ajudar as pessoas que buscavam conhecimento”.
Com graduação em ciências naturais e livre docência pela própria USP e pós-doutorado pela University of California–Davis, Berta dedicou a vida ao ensino e à pesquisa na área de botânica, com ênfase em anatomia vegetal.
Berta nasceu na cidade de Iffeldorf, Alemanha. Filha de mãe alemã e pai nascido no Brasil, veio para o Brasil ainda criança.
Jornal do ProfessorComo surgiu o interesse pela carreira acadêmica, tanto pelo ensino quanto pela pesquisa?
Berta Lange de Morretes – Surgiu quando era garota, no ginásio. Como meus pais eram professores, mantinham uma escola em casa para quem não tinha condições de pagar por aulas de música, canto e desenho.
Foram mais de 70 anos de dedicação à USP. O que a fez continuar a trabalhar, mesmo depois de aposentada?
– Em primeiro lugar, o prazer de ensinar e de poder ajudar as pessoas que buscavam conhecimento. Depois, eu tinha condições e vontade de continuar meu trabalho de pesquisa.
O que mais valeu a pena, no decorrer da carreira acadêmica? O ensino, a pesquisa?
– As duas são complementares e valeram muito a pena. Ao pesquisar eu podia ensinar e aprender.
Nesse período de mais de 70 anos, a senhora detectou mudanças nos estudantes, de comportamento, atitudes, interesses?
– Em certo aspecto, o uso de muita tecnologia deixou tudo mais fácil para os alunos. Eu percebia uma certa falta de interesse por parte deles em relação a conhecimentos que para mim são essenciais, como fazer os desenhos anatômicos, por exemplo.
A senhora teria alguma mensagem ou conselho para os jovens professores que estão começando suas atividades?
– É difícil aconselhar, mas gostar do que faz e dedicar-se já é um bom caminho.
Fonte: Portal do Professor

Problemas de saúde afastam professores da escola



Estresse, dor nas costas, distúrbios vocais. Estes são os principais fatores que levam os professores a pedir afastamento da sala de aula
O trabalho tem um papel central na vida das pessoas, podendo contribuir tanto para a melhoria da qualidade de vida quanto para o desenvolvimento de doenças. Muitas categorias profissionais têm sido alvo de estudos para diversos pesquisadores, entre elas, encontram-se os professores, que desde a década de 80 vêm, de forma mais acentuada, apresentando sinais de adoecimento. As causas são, em sua maioria, as mesmas: distúrbios vocais, estresse, dor nas costas e esgotamento mental e físico.
 Cerca de 22,6% dos professores pediram afastamento por licenças-médicas de acordo com a pesquisa Identidade Expropriada – Retrato do Educador Brasileiro realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), em 2003. “Isso causa um desfalque no sistema e é um problema difícil de controlar”, explicou a secretária de Finanças do CNTE, Juçara Dutra. Ela ressaltou que cada licença-médica significa, em média, cerca de três meses fora da sala de aula.
 Com 250 mil professores, o Estado de São Paulo tem a maior rede de ensino público do país e registra aproximadamente 30 mil faltas por dia. Só em 2006, foram quase 140 mil licenças médicas, com duração média de 33 dias. O custo anual para o governo estadual chega a R$ 235 milhões. O cenário é o mesmo em centros metropolitanos menores. Nas escolas públicas do Distrito Federal, por exemplo, quase metade (46%) dos professores precisa pedir licença médica durante o ano letivo.
 Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina, Osnyr Batista atribui o percentual excessivo de professores adoecidos à falta de reconhecimento da profissão. Em 2005, o especialista realizou uma radiografia da situação de trabalho dos professores catarinenses e descobriu que 15 mil professores, de um total de 40 mil, ficaram afastados por licença.
 Segundo Batista, a primeira suspeita era de que isso seria decorrente dos baixos salários, mas, na verdade, ele descobriu que as principais causas de afastamentos são as condições inadequadas de trabalho. “Há uma cobrança muito grande da sociedade com relação aos professores, mas, ao mesmo tempo, eles não são valorizados como deveriam ser e quando percebem isso, adoecem”, explicou. (Renata Chamarelli)
Fonte: Portal do Professor

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

PARCELA EM ATRASO

O Sindicato dos professores de Coreaú, através dos diretores José Maria (Presidente), Manoel Brito (Secretário Geral) e João Paulo (secretário de Finanças), estiveram reunidos na manhã desta quinta feira, dia 09, com o Ex.mo Sr. Promotor de Justiça da Comarca de Coreaú, ocasião em que cobraram, mais uma vez, posição do Ministério Público sobre o pagamento da última parcela das dívidas remanecentes da administração municipal passada. Na ocasião, o Senhor Promotor se comprometeu a ingressar, junto a Comarca de Coreaú, com Ação de Execução do TAC 001/2013.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Greve dos professores de Barbalha completa 35 dias



Madson Vagner - jornalismo@cearanews7.com.br

Os mais de 700 professores da rede pública municipal de Barbalha, em greve desde 4 de setembro, entram no 35º dia de paralisação nessa sexta-feira (09). A categoria reivindica o repasse dos 14%, da sobra do FUNDEB,consolidado pelo Ministério da Educação (MEC).

O percentual é resultado da diferencia de calculo entre a primeira divulgação do MEC, de 8,32%, no mês de dezembro de2013, e a segunda, de 22,5%, em abril deste ano. Até a deflagração da greve, foram quatro meses sem que o município fizesse o repasse, alegando não ter obrigação de fazê-lo.

A última negociação entre a categoria e a prefeitura aconteceu no dia 11 de setembro. Na ocasião a prefeitura apresentou uma proposta de 5% para a regência de classe. Os professores disseram que aceitavam os 5%incorporados ao salário base, ou então, 10% na regência. Desde então não houve mais comunicação por parte do prefeito Zé Leite.

Sem indicação da reabertura das negociações, os professores formalizaram denúncia ao Ministério Público do Estado, mas até agora não receberam resposta. Com a paralisação, cerca de 10mil alunos da rede municipal estão sem aula.

Para piorar, a categoria dos profissionais da Saúde está anunciando uma possível adesão à greve.
Fonte: Ceará News