
De acordo com a reportagem, uma empresa de Eunício teria se beneficiado do esquema que desviou dinheiro público e distribuiu propinas no Distrito Federal. O caso resultou na prisão do governador cassado do DF, José Roberto Arruda.
O nome de Eunício é citado quatro vezes no relatório da PF e as empresas das quais é sócio aparecem oito vezes no documento. Segundo a reportagem, a Polícia classificou como "paradoxais e discrepantes" pagamentos feitos à empresa do deputado, no valor de R$ 666 mil.
Resposta:
A assessoria de imprensa do deputado afirmou ao O POVO Online que Eunício está afastado da gerência da empresa há pelo menos 12 anos e que a acusação contra o parlamentar não procede. Ainda que esteja afastado da administração, a assessoria confirmou que o deputado é sócio da empresa citada no relatório.
Em resposta à Folha de S. Paulo, Eunício afirmou que tem certeza de que não houve irregularidade na execução do contrato. "Desafio a Polícia ou qualquer um a dizer que pedi dinheiro ou que paguei [propina]", disse ao jornal.
Eunício Oliveira é da ala governista do PMDB. Foi ministro das Comunicações do governo Lula de 2004 a 2005 e é pré- candidato ao Senado.
Redação O POVO Online com informações da Folha de S. Paulo
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