
A precariedade do transporte escolar atinge todos os municípios da região. Alunos sentados em tábuas de camionetas e caminhões trafegam nas ruas das cidades e em estradas de chão ou mesmo em rodovias asfaltadas. O risco é constante, apesar dos cuidados em colocar madeiras nas laterais. O desconforto é enorme. A coberta dos veículos evita a incidência direta do sol, mas não diminui o calor.
Quando os alunos chegam à escola depois de cerca de uma hora de viagem ou mais, estão cansados. "É ruim porque doem as costas", disse a aluna Eliana Moreira. Exaustos, o rendimento de aprendizagem cai. "O desconforto prejudica na atenção dos estudantes", observa a professora Francisca Souza.
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